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O que fica de nós nas pessoas?

  • Foto do escritor: jessicapietrapsi
    jessicapietrapsi
  • 24 de mar.
  • 1 min de leitura

Existem duas perguntas capazes de provocar mudanças profundas na nossa vida:

Como você acha que está sendo lembrado?

E como gostaria de ser lembrado?

Embora pareçam simples, essas perguntas têm a força de nos tirar do automático e nos colocar diante de algo muito verdadeiro: a maneira como estamos vivendo hoje. Elas nos convidam a olhar com mais honestidade para nossas atitudes, escolhas, prioridades e para os efeitos da nossa presença na vida das pessoas.

Muitas vezes, esse exercício revela distâncias dolorosas entre aquilo que imaginamos transmitir e aquilo que, de fato, temos deixado no outro. E é justamente aí que mora a possibilidade de mudança.

Refletir sobre isso também é tocar na nossa finitude. Não de um lugar mórbido, mas de um lugar de consciência. Porque, quando nos lembramos de que a vida é finita, algumas urgências perdem força, certas ansiedades diminuem, e o que realmente importa começa a aparecer com mais nitidez.

Pensar em como estamos sendo lembrados — e em como gostaríamos de ser lembrados — pode nos ajudar a mudar de direção, rever prioridades, sustentar valores mais verdadeiros e viver com mais presença, sentido e coerência.

Você já refletiu sobre isso?

Tire um tempo para fazer esse exercício. Algumas respostas podem ser desconfortáveis, mas também podem ser profundamente transformadoras.


 
 
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